Silêncio e omissão podem manchar imagem do Legislativo de Madre de Deus. CEI é esperada para investigar falsidade documental

A indignação do vereador Anselmo (PP) com a acusação de que vereadores apoiadores do prefeito afastado Jeferson Andrade seriam beneficiados com propinas ofertadas para aprovar leis aumenta a crise política em Madre de Deus.

Com o silêncio da vereadora Jodiane (PTB) e as negativas dos demais vereadores, a acusação feita na petição enviada ao Ministério Público da Bahia (MP/BA) continua sendo uma incógnita e a acusação continua pairando no Legislativo sem que ninguém assuma a responsabilidade pela produção do documento que induz o MP baiano ao erro.

Advogados ouvidos pelo Diário da Metropolitana apontam a necessidade de investigação policial e no âmbito da Câmara Municipal. Cabe ao presidente da Casa Legislativa solicitado por algum edil, a instalação de uma comissão investigativa, principalmente pela suspeita de envolvimento de uma servidora concursada do Legislativo em um expediente que utilizou documento oficial.

O silêncio e a omissão que estão acontecendo nesse episódio podem manchar a imagem do Legislativo de Madre de Deus e permanecer a suspeição de seus integrantes acusados de seriam beneficiados com propina para exercerem suas atividades legislativas em favor de negócios escusos.

Mesmo na sessão ordinária, a vereadora Jodiane não abordou sobre a sua assinatura no documento que o próprio Legislativo apontou suspeição de falsidade. Questionado pelo vereador Marden Lessa (PSB), o vereador Kikito Tourinho (PTB) apontou a servidora Janete Kotula como sendo a pessoa que lhe abordou nas dependências do Legislativo para falar sobre a petição.

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