“Cultura não pode ser um artigo de luxo”, diz Ivoneide no PGP Camaçari

 “Cultura não pode ser um artigo de luxo”, diz Ivoneide no PGP Camaçari

Representantes de diversos segmentos artísticos participaram do debate e compartilharam ideias do que esperam para a cultura do munícipio. O encontro online do Programa de Governo Participativo (PGP), realizado nesta segunda-feira (06/07), mostrou que Camaçari é um município com ampla diversidade cultural.

Ivoneide Caetano, pré-candidata a prefeita pelo PT, contou que o setor cultural vai ter uma importante participação na reorganização da economia do país e em Camaçari não será diferente, porque nacionalmente é um setor que proporciona uma receita superior a 335 bilhões.

“Em Camaçari, a cultura pode contribuir para recuperação pós-pandemia. A cultura não pode ser um artigo de luxo, só para alguns. Tem que trabalhar para que todos tenham acesso. Nós temos um município rico culturalmente e temos que explorar isso ao máximo. Camaçari, que é conhecida por ser um polo industrial, tem tudo para ser transformada num pólo cultural”, contou. 

Ao fazer uso da palavra, representando a economia da Cultura, Carlos Santos falou que espera que no futuro as oportunidades voltadas para o setor no município sejam maximizadas.

“Seja por meio de eventos inclusivos ou pela revitalização dos teatros já existentes na cidade e capacitação dos nossos artistas para disputarem editais. Um futuro ampliado e iluminado. Acho que devemos criar aqui em Camaçari uma fábrica de projetos para que os recursos venham para cá”, pontuou.

O ativista cultural, Bispo da Cultura também fez sugestões no PGP, a exemplo da implementação de um programa de oficinas, cursos e workshops que percorra periodicamente a sede, orla e zona rural.

“Eu espero que em um futuro próximo o artista possa viver da sua arte e que tenha acesso às políticas públicas voltadas para ele. Acredito que debater a cultura na construção de um Programa de Governo, por várias mãos e pensamentos, atingirá o maior número possível das artes e terá menos chances de erro, porque tudo que é feito de forma democrática está mais suscetível a acertos”, acrescentou.

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